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Cateterização Arterial: Como Funciona o Cateter de Monitoramento Arterial

Cateterização Arterial: Entenda o Uso do Cateter Arterial na Prática Clínica
Cateterização Arterial: Entenda o Uso do Cateter Arterial na Prática Clínica

Entenda o que é a cateterização arterial, para que serve o cateter arterial e sua importância no monitoramento da pressão arterial invasiva. 

A cateterização arterial insere um cateter arterial em uma artéria periférica, geralmente radial. Esse dispositivo tubular, flexível e radiopaco permite o acompanhamento contínuo da pressão arterial e a coleta direta de amostras sanguíneas. Assim, este artigo esclarece o que é a cateterização arterial e para que serve o cateter arterial. Nesse sentido, também explica a importância desse dispositivo no monitoramento da pressão arterial invasiva em pacientes críticos.

Compreender esse processo importa diretamente para gestores hospitalares e equipes de suprimentos. Afinal, padronizar um cateter arterial confiável reduz falhas durante a punção arterial e melhora a segurança da monitorização hemodinâmica. Neste sentido, hospitais que investem em capacitação técnica e insumos de qualidade diminuem complicações.

Este artigo detalha a cateterização arterial, desde a punção até a os cuidados na manutenção. Além disso, apresenta o material e o design do cateter arterial Biomedical. Dessa forma, o conteúdo reúne informações importantes sobre esse dispositivo essencial utilizado em hospitais e clínicas de todo o país.

Para que Serve o Cateter Arterial

O cateter de monitoramento arterial atende à monitorização invasiva contínua da pressão arterial em pacientes. Diferentemente da aferição não invasiva, ele fornece leitura dos batimentos direto da circulação arterial periférica. Por isso, equipes de terapia intensiva recorrem a esse dispositivo quando a instabilidade hemodinâmica torna a medição externa imprecisa.

Além da monitorização, o cateter arterial permite a coleta de amostras sanguíneas para gasometria e outros exames laboratoriais. Com isso, a equipe evita múltiplas punções e reduz o desconforto do paciente. Médicos especialistas também utilizam o dispositivo durante cirurgias cardíacas e vasculares de grande porte.

O cateterismo arterial ainda auxilia alguns exames e intervenções vasculares que exigem controle hemodinâmico rigoroso. Consequentemente, o dispositivo se torna indispensável em centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva e serviços de hemodinâmica. A escolha do cateter para pressão arterial invasiva depende sempre da avaliação do médico responsável.

Como É Feita a Punção e a Inserção do Cateter Arterial

A cateterização arterial começa com verificações rigorosas antes da punção arterial. A equipe confirma a integridade da embalagem estéril e avalia a circulação do membro escolhido. Métodos de imagem podem auxiliar essa etapa quando o acesso arterial periférico apresenta dificuldade anatômica.

Na sequência, o médico especialista realiza o acesso arterial com uma agulha introdutora de fio-guia, sob anestesia local. Depois, ele introduz o fio-guia através da agulha, observando as precauções técnicas recomendadas. A remoção cuidadosa da agulha antecede o avanço do cateter sobre o fio-guia até a profundidade desejada.

Após a inserção do cateter, a equipe retira o fio-guia sem aplicar força excessiva e fixa o acesso à pele conforme o protocolo institucional. Em seguida, conecta o dispositivo a um transdutor de pressão para iniciar a monitorização hemodinâmica. Verificações periódicas de permeabilidade e ausência de vazamentos garantem o funcionamento seguro do sistema.

Material e Design do Cateter Arterial Biomedical

O Cateter Arterial Biomedical é fabricado em poliuretano termoplástico, material biocompatível e adição que o torna totalmente radiopaco. Essa característica permite a visualização do dispositivo aos raios X durante e após o procedimento. Assim como os Cateteres para Acesso Venoso Central, a matéria-prima oferece flexibilidade semelhante à do silicone, porém com paredes mais finas.

Paredes finas favorecem um diâmetro interno maior em comparação a cateteres de silicone equivalentes. O diâmetro externo reduzido também contribui para o conforto do paciente durante a permanência do dispositivo.

A maciez do material dificulta a formação de dobras nos locais de punção arterial. Além disso, o kit chega ao usuário estéril, apirogênico e esterilizado em óxido de etileno. Etiquetas de rastreabilidade acompanham cada kit, com dados do fabricante, número de lote e registro na Anvisa.

Cuidados na Manutenção do Acesso Arterial

O flushing periódico, conforme o protocolo institucional, mantém a permeabilidade do sistema arterial. Durante a permanência, recomendada para curto prazo de até 30 dias, a equipe de suporte, seja médica ou de enfermagem, inspeciona regularmente o local de inserção. Sinais de infecção, hematoma ou isquemia contraindicam a continuidade do uso.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a segurança do paciente em procedimentos invasivos depende de práticas consistentes de prevenção de eventos adversos evitáveis. A cateterização arterial não é indicada quando há infecção ou trauma no local de punção. Distúrbios de coagulação, uso de anticoagulantes e anatomia vascular distorcida também restringem esse procedimento.

Cateter Arterial e o Portfólio da Biomedical

A Biomedical EPMC é uma fabricante brasileira de dispositivos médico-hospitalares com décadas de atuação e certificação Anvisa CBPF. Além do cateter arterial, a empresa produz uma linha ampla de cateteres, introdutores, fios-guia, perfuradores, aspiradores e outros descartáveis hospitalares. 

Gestores de suprimentos e compradores hospitalares que buscam um cateter de monitoramento arterial confiável podem consultar o portfólio completo em bio.com.br/cateteres. A equipe comercial da Biomedical também oferece suporte técnico e esclarece dúvidas sobre disponibilidade e especificações dos kits.

~*ATENÇÃO
As informações apresentadas neste blog têm caráter informativo e se baseiam em literatura e fontes institucionais confiáveis. Elas não substituem o julgamento, treinamento ou decisão de um profissional de saúde habilitado.

Fontes Consultadas

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Consultada para informações gerais sobre a classificação de risco de dispositivos médicos invasivos no Brasil. https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/produtos-para-saude/conceitos-e-definicoes/classificacao-de-equipamentos

Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO) Consultada para diretrizes gerais sobre segurança do paciente em procedimentos invasivos. https://www.who.int/teams/integrated-health-services/patient-safety

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